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PORQUE AS PESSOAS DISCUTEM SOBRE POLÍTICA?

  • Foto do escritor: Francione Pires
    Francione Pires
  • 5 de set. de 2022
  • 3 min de leitura

Atualizado: 23 de set. de 2022




INTRODUÇÃO Quem nunca teve a infelicidade de estar em uma reunião entre amigos, familiares ou até mesmo no ambiente de trabalho e presenciar discussões acaloradas sobre preferências políticas? Imediatamente percebemos que, nesses casos, o clima amigável desaparece quase que completamente. Infelizmente esse tipo de abordagem tem gerado muito constrangimento tanto naqueles que presenciam tais discussões quanto naqueles que participam dela. O presente texto tem como objetivo apresentar uma alternativa comportamental a fim de lidarmos melhor com situações como essa e formas de se esquivar caso sejamos tentados a se envolver naquilo que produz mais discórdias do que aproximação. Que o leitor encontre princípios de uma nova abordagem e o caminho para a maturidade ao lidar com as diferenças do outro.


PORQUE AS PESSOAS DISCUTEM SOBRE POLÍTICA? Claro que essa não é uma pergunta fácil de responder. Se percorrermos a história das civilizações encontraremos diversos registros sobre discussão no âmbito da política. Desde o código de Hamurabi até as democracias do século XXI, o ser humano esteve engajado em questões políticas, aprovando ou reprovando o que julga ser bom ou ruim tanto para si como para a sociedade na qual está inserido. Historicamente falando não há problema algum em participar de questões políticas, o verdadeiro problema está em como isto acontece na prática. Nas democracias saudáveis as decisões mais importantes de um país, estado, cidade ou município, são tomadas pelos representantes do povo - presidentes, governadores, prefeitos, vereadores, senadores e deputados - que geralmente são eleitos através do voto, direito este concedido a homens e mulheres comuns, primeiramente nas repúblicas grega e romana (naquela época somente os homens votavam) e atualmente aos cidadãos livres na grande maioria dos países do ocidente e também em alguns lugares do oriente.

INCOMPREENSÃO SOBRE O SIGNIFICADO DO VOTO INDIVIDUAL Basicamente o voto individual é a forma como elegemos nossos representantes acreditando que estes têm a melhor proposta ou projetos de melhorias para a sociedade. Porém, sempre que se aproxima o tempo de elegermos esses representantes vemos um aumento de discussões sobre qual dos representantes está mais capacitado e qual menos. É nesse período que vemos cidadãos do mesmo país, cidade, estado, família, igreja publicando seus candidatos favoritos em detrimento àqueles que menos se aproximam de seus ideais para uma sociedade melhor. Em poucas palavras, é por acharmos que nossa escolha é melhor que a do outro que iniciamos uma discussão. E o mesmo acontece quando dizem que nossas preferências não são as melhores. Quando isso acontece, naturalmente tentamos nos defender mostrando coerência em nosso raciocínio e os motivos pelos quais escolhemos determinado representante político.

FALTA DE FAMILIARIDADE COM PROPOSTAS DE GOVERNO Infelizmente nem sempre os eleitores estão familiarizados com os projetos, os partidos e as propostas de governo de seus representantes. Evidentemente, vemos aí uma incongruência entre o ideal social pretendido pelo eleitor e o que seu representante poderá fazer durante seu governo, no sentido de tornar esse ideal uma realidade. Muitos nem ao menos procuram saber se as mazelas atuais da sociedade nas áreas da saúde, desemprego, economia, educação, lazer, cultura e bem-estar social estão mais próximas de serem resolvidas segundo o propósito de tal candidato.

DESRESPEITO PELA ESCOLHA DO OUTRO Por fim vemos que entre as principais causas da discussão sobre política está a falta de respeito pela escolha que o outro faz e consequentemente das propostas e projetos de seu referido candidato. No cerne desta intolerância com relação à escolha do próximo, está o orgulho humano que leva muitos a extremos chegando a pensar que todos devem tomar suas decisões políticas de acordo com o ponto de vista deles. O livre arbítrio, a liberdade de expressão e o respeito por suas escolhas políticas, filosóficas e religiosas são direitos individuais de todo ser humano, e devem ser preservados em sua totalidade.


UM APELO A EMPATIA Se ao invés de discutir, desrespeitar e insultar o próximo por suas preferências pensarmos de acordo com um dos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, seremos eleitores maduros e não seguidores devotos, daqueles que assim como nós são meros seres humanos.

“Portanto tudo quanto quereis que as pessoas vos façam assim fazei-o vós também pois esta é a lei de Deus e o ensino de seus profetas.” (Mateus 7:12)


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